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A
Adriana sempre foi uma daquelas pessoas que faz um traço
em um papel em branco e todo mundo acha lindo. Está
na alma dela a noção de forma, a composição,
o senso de equilíbrio que faz uma coisa simples se
tornar especial. Agora ela tem a oportunidade de aplicar esses
conceitos nas bolsas que desenha. E o mesmo acontece na escolha
das padronagens dos tecidos. Ela consegue imaginar como aquela
padronagem ficaria em um determinado modelo e sempre acerta.
Já
o Hamilton não tem nada de artístico em sua
alma, mas tem talentos que foram essenciais para a criação
da Cachalote Bolsas. Ele consegue transformar os sonhos mais
impossíveis da Adriana em um objeto real. A modelagem,
as técnicas, as viradas de tecido e as peças
piloto são todas feitas por ele, que foi criado em
casa de costureira. Mas apenas quando aprovadas pela Adriana,
lá pelo décimo piloto e alguns meses mais tarde,
é que as peças entram em produção.
Os
dois juntos criam as peças que estão trazendo
um novo conceito para a moda em bolsas no Brasil. Bolsas de
vestir, em tecidos gostosos de pegar e de olhar. Cachalote
Bolsas.
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